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Meu filho não come!!!

Essa frase é a que eu mais escuto no consultório!


Também conhecido como transtorno alimentar seletivo, este é composto por recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse do alimento.


Há uma linha tênue entre saber o que é o comportamento normal de uma criança e a seletividade alimentar. Afinal, todos temos preferências alimentares. Alguns não gostam de espinafre, outros não podem nem sentir o cheiro de tomate e há ainda quem nunca coloque feijão no prato. Somos pessoas diferentes, logo, temos gostos diferentes.


A primeira dica, então, é observar a criança. Como ela se comporta no momento da refeição? Parece algo difícil e doloroso para ela? Você percebe que o cheiro, textura ou sabor dos alimentos lhe causam repulsa? É um comportamento frequente? A criança apresenta preferência por determinadas marcas de alimentos ou mesmo a temperatura em que são servidos?


Se mais de duas dessas perguntas forem sim, a criança precisa passar por uma readaptação alimentar. Esse processo é lento, é dividido basicamente em 4 pilares:


⁃ Aproximação: antes que a criança experimente um alimento, ela precisa conhecê-lo, sem ter a intenção de comer.


⁃ Estímulo: apresentar o alimento com atividade lúdica e criativa, a fim de despertar o interesse pelo mesmo por meio da curiosidade.


⁃ Oferta: nesse pilar você irá oferecer, não de qualquer forma, mas de uma maneira gradativa.


⁃ Perpetuação: depois que a criança melhora a aceitação, é preciso que ele faça escolhas sozinho e perpetue essa mudança.


É importante utilizar todos os momentos para criar memórias afetivas e fazer educação alimentar!


Camila Roque - Nutricionista

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